| NOSSA
HISTÓRIA!!!!
Idéia
de se editar uma revista especializada na área
vocacional começa a se concretizar em abril de 1981.
A primeira Rogate surge em maio de 1982
O Rogate, enquanto carisma intuído
por Santo Aníbal Maria Di Francia, chegou ao Brasil em
1950, quando os primeiros religiosos Rogacionistas iniciaram sua
missão na cidade de Passos (MG). O sonho de Santo Aníbal
(1851-1927) tornou-se realidade, ou seja, seu ideal de vida -
baseado no mandamento de Jesus de se rezar e trabalhar pelas vocações,
“rogai, pois, ao Senhor da messe...” (cf. Mt 9,38;
Lc 10,2) - chegou em outras terras. De fato, a missão no
Brasil foi a primeira da Congregação Rogacionista,
que nasceu em Messina, na Itália, em 1897, tendo Pe. Aníbal
como fundador.
Após alguns anos de presença
no país, já eram várias Comunidades Rogacionistas,
com destaque para as de Bauru (SP), Criciúma (SC), Curitiba
(PR) e São Paulo (SP), além da Casa-mãe,
em Passos.
Revista de Animação
Vocacional
A Revista Rogate começou
a nascer no dia 30 de abril de 1981, quando foi realizada a primeira
reunião da chamada Equipe Provincial para o Rogate e a
Promoção Vocacional. Tal equipe foi criada pelo
Governo Provincial dos Rogacionistas no Brasil (mais tarde se
tornaria a Província Rogacionista Latino-americana), com
o objetivo de melhor articular os trabalhos dos animadores vocacionais
das Casas Rogacionistas, além de divulgar o carisma do
Rogate nas comunidades.
Formada inicialmente por seis religiosos,
a equipe era coordenada por um dos conselheiros provinciais, Pe.
Luiz Paulo Dibitonto, hoje trabalhando em Ória, na Itália.
Dentre os demais membros, havia um religioso estudante de teologia,
ordenado em 1984, que é, atualmente, o Diretor e Jornalista
Responsável da revista: Pe. Angelo Ademir Mezzari.
Naquela primeira reunião,
determinou-se a criação de um Centro Vocacional
no Brasil, com sede em Curitiba (em 1987 se mudaria para São
Paulo, ganhando o nome de “Centro Nacional Rogate”)
e sugeriu-se a edição de uma revista vocacional,
transformando um informativo já existente, de cunho interno,
editado em Criciúma, chamado de Rogacionista.
Em julho daquele ano foi montado
o protótipo do primeiro número da Rogate, para que
os membros da equipe pudessem avaliar. O resultado da análise
foi apresentado em novembro, chegando-se à conclusão
de que deveria ser uma revista “especializada, com objetivos
específicos, ou seja, para animação e promoção
vocacional” (Livro de Atas, 3a reunião, 04/11/1981).
Em dezembro, na quarta reunião da equipe, foi decidido
publicar a Rogate a partir de março de 1982, devendo ser
mensal, com 11 edições ao ano (dezembro e janeiro
seriam um único número).
Assim, em março de 1982
era impressa a primeira Revista Rogate. No entanto, estava com
data de maio, para que houvesse tempo de remeter aos primeiros
destinatários, possíveis assinantes, entre os quais,
os Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
(CNBB) e da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).
Alterando o projeto inicial, resolveu-se editar dez números
ao ano e não onze.
A
caminhada inicial
O encarte da revista, contendo
a Celebração Vocacional, nasceu algumas edições
mais tarde. Era chamado de “Cenáculo Vocacional”
até junho de 1998.
Na reunião da equipe, em
outubro de 1982, resolveu-se elaborar um número especial,
com uma tiragem maior, para circular em janeiro de 1983, início
do Ano Vocacional no Brasil. A capa e as seções
internas sofreram, então, sua primeira mudança.
A revista ficou muito mais agradável e organizada, com
conteúdos mais profundos. O editorial dessa edição
assinalava os motivos para que se celebrasse um Ano Vocacional.
A capa foi elaborada por Vicente Mero, da cidade de Grottaferrata,
Itália, e continha três idéias: Cristo, que
chama; Pe. Aníbal, o apóstolo das vocações;
a juventude, destinatária, por excelência, do chamado
vocacional. Foi a primeira alteração gráfica,
incluindo o logotipo da Rogate.
A capa de Vicente Mero perdurou
até o ano de 1985. Foram três anos mantendo a tríplice
idéia, embora em cada ano se utilizasse uma cor específica
(amarelo dourado em 1983, verde em 1984 e azul em 1985). De 1986
a 1994, as capas mudavam a cada ano. Foi, também, em 1986
que as chamadas de capa começaram a ser usadas. Somente
em 1995 iniciou-se a prática de mudança mensal das
capas. Porém, o logotipo da Rogate, criado em 1983, perdurou
até a edição 152, de maio de 1997. Foram
14 anos! A mudança veio na edição em que
se comemorou o centenário de fundação dos
Rogacionistas.
Na edição 165, de
setembro de 1998, a Rogate inaugurou uma nova apresentação
gráfica, mais atraente e com seções fixas.
Ganhou, assim, seu quarto logotipo, o usado até hoje. E,
finalmente, na edição 207, de novembro de 2002,
dentro das comemorações dos 20 anos da revista,
passou a ser totalmente colorida!
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Exemplar número 1
Maio / 1982

Primeira mudança
da capa
Janeiro / 1983

Mudança na
l ogomarca
Maio / 1997

Nova logomarca
e diagramação
Setembro / 1998

A revista se torna
totalmente colorida, com
alteração na logomarca
e diagramação
Novembro / 2002
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