Humanidade, como adjetivo, como substantivo e hna interrogação vocativa, a palavra está em evidência em dois documentos recentes da Igreja – Quo vadis, humanitas?, de março, e na encíclica papal Magnifica Humanitas, de 15 de maio – os quais abordamos na entrevista, e na perspectiva do 5º Congresso Vocacional do Brasil, mês que vem. Para onde vai a humanidade? Seria bom que a pergunta nos inquietasse a todos, porque tanto a dúvida quanto a inquietação são motivadoras de reflexão que pode nos conduzir a discernir, decidir e agir. E os documentos que a Igreja nos apresenta são muito profundos e ricos para nos sustentar nesse sentido, na busca do resgate e da promoção do significado essencial
e digno da humanidade, coletiva e individual. Justamente neste mês vocacional no Brasil – instituído há 45 anos –, esta edição também salienta a importância da vocação do cuidado
para com a vida, a “casa comum”, para conosco, para com todos, de modo especial para com os operários da messe, religiosos, consagrados ou leigos. Como Igreja apostólica, vamos,
nos passos dos apóstolos, seguindo, como aprendizes e enviados, o caminho que Jesus indicou, e é por aí que deve seguir a humanidade, peregrina da esperança. “Deus sempre se mostrou presente”, testemunha belamente o autor da seção Juventudes. “É tempo de ligar o GPS do Espírito Santo e de escutar as orientações dadas por Ele, com a mente e o coração abertos para tomarmos, como pessoas e como comunidades de vida e de fé, as boas decisões”, nos diz a nossa entrevistada!